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Porque é verdade
Porque eu acredito
Porque eu achei lindo
Porque eu gosto de ver grafitagens e stencils pelos muros à fora
E, finalmente, por estar cansada o suficiente para não pensar em mais nada.
Imagem do I can read
13 terça-feira set 2011
Posted in Dizem por ahii
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Porque é verdade
Porque eu acredito
Porque eu achei lindo
Porque eu gosto de ver grafitagens e stencils pelos muros à fora
E, finalmente, por estar cansada o suficiente para não pensar em mais nada.
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19 quinta-feira mai 2011
Posted in Dizem por ahii, Reparando no mundo
Alguns homens deveriam ser proibidos de comprarem roupas sozinhos. Tenho essa certeza em alguns momentos lá na empresa.
Acho que todo homem tem camisas tipo Polo com listras de diversas cores e espessuras só que nem todo mundo fica bem com todas listras e nem todas listras são legais.
Se você aparece com listras grossas amarelas e marrons-escuras para trabalhar você parece uma abelha. Se não for magrinho, parece que estou vendo aquela abelhinha do comercial que o Bradesco (acho) tinha quando eu ainda era uma criança (e sem piadinha sobre o tempo, ok?)
Se para você fica difícil visualizar, lembre-se do gigante do filme Blind Side.
21 quinta-feira abr 2011
Posted in Dizem por ahii, Filmes e mais filmes
18 sábado dez 2010
Posted in Dizem por ahii
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A cidade de São Francisco, nos Estados Unidos, aprovou uma sanção contra a venda do McLanche Feliz, alegando que a venda “casada” do brinquedo junto com a refeição induziria as crianças a optarem pelo sanduíche, que beira os limites máximos para calorias, sódio, açúcar e gordura.
No entanto, o chefe executivo da companhia de fast food criticou a medida, acusando as autoridades reguladoras de minarem a autoridade dos pais em fazerem as decisões para suas famílias. O diretor classificou aqueles que tentam impedir a venda do lanche como “polícia da comida”.
“Continuaremos vendendo os McLanche Feliz”, afirmou Jim Skinner ao Financial Times. Skinner também disse que a nova regra, que entra em vigor em dezembro de 2011, “tira a escolha pessoal das famílias, que são mais do que capazes de fazerem suas próprias decisões”.
Via Terra
Eu ri foi com o argumento. Quantas crianças não querem ir para lanchonetes só por causa dos brindes, hein?
Para terminar um gráfico que achei bem interessante e está salvo aqui a tanto tempo que sequer sei dizer quando, apesar de acreditar que seja do DailyMail mas, se não for é do The Economist.
Acredito que este gráfico não represente a nossa realidade, já que pago menos almoçando do que comendo no Mac Donald’s, Bob’s ou Burger King (quando podia comer) mas, se você for corajoso e puder comer, no centro vejo um salgado (normalmente frito) com suco por $1,0, por exemplo. São vendidos em bagageiros de bicicletas e muita, mais muita gente compra.
Com dois reais você faz sua refeição ingerindo muito carboidrato, muita gordura e sabe deux o que mais.
04 sábado set 2010
Posted in #Fato, Dizem por ahii
Quando falam que vazamentos da Receita Federal sempre ocorreram e até com certa frequência por acaso era para nos tranquilizar? Por que não funcionou.
Sinceramente, pouco me interessa se o partido A ou B estão atrás dessa quebra de sigilos. O que me preocupa é a vulnerabilidade do sistema que possui todos os nossos dados.
Quero mais é que os culpados sejam punidos. Se a solicitação partiu de dentro de um partido, que seja.
04 domingo jul 2010
Posted in Dizem por ahii, Estuda menina, estuda!
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“A escolaridade brasileira aumentou ao longo do século 20 e hoje a população tem em média 6,3 anos de estudo”. A maior desigualdade brasileira é o racismo
Eu tenho tanto, tanto a aprender. Vejo falhas enormes no meu português, por exemplo. Muitas não são falhas de aprendizado e sim falta de atenção. Alguns dias chego a pensar que só posso ter algum déficit ou dislexia, tamanha a quantidade de erros ortográficos, números trocados, palavras lidas erradas. É algo irritante.
O que me assusta é que sou assim após estudar 20 anos (sem contar o cursinho) . O que eu seria apenas com 6 anos de estudo?
18 terça-feira mai 2010
Posted in Dizem por ahii
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Rio – A vendedora Cíntia Fabrícia da Silva, de 24 anos, teve o cabelo cortado à força pelo marido, que teria o objetivo de verdê-lo e comprar crack no Rio. Segundo a vítima, seu cabelo não era cortado há dez anos. Em entrevista ao RJ Record, ela explicou que chegou a receber uma proposta de um cabeleireiro envolvido no mercado de perucas para vender o cabelo por cerca de R$ 1 mil, mas recusou.
O crime aconteceu durante uma noite do último fim de semana, enquanto ela dormia. O homem responsável vai responder por lesão corporal e violência doméstica. O pedaço de cabelo cortado tem certa de 50 centímetros.
“Eu estava dormindo e quando acordei ele já estava cortando, direitinho como quem queria vender mesmo. Minha filha disse: ‘mamãe, mamãe, ele está com seu cabelo’. Eu achei qu estivesse sonhando. Quando coloquei a mão, já não tinha nada”, disse ao telejornal.
Parece mais estória que qualquer outra coisa.
Pensando bem, tem tanta coisa surreal acontecendo. Dias atrás teve o caso daquela senhora que foi assaltada DENTRO de uma delegacia e ninguém tentou impedir sob a desculpa de que pensavam que era uma briga entre marido e mulher. Mesmo que fosse!! A história que “briga de marido e mulher ninguém mete a colher” está mais que vencida. E eu que achava um absurdo às histórias de casas arrombadas mesmo quando eram vizinhas à delegacias…
11 terça-feira mai 2010
Posted in Dizem por ahii
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Sabem quando você ler um texto e se vê nele? Eu acredito tanto nele que não faz muito tempo que eu concordei que precisava de uma paixão, mesmo não sabendo se seria por algo (no meu caso mais provável), ou por alguém. Que, por causa disso, já comecei e abandonei projetos.
A falta dessa paixão faz com que eu me sinta presa. Sinto-me medrosa mesmo não estando com medo. A sensação que tenho é que estou deixando a vida passar. Falta. Simplesmente falta algo.
Texto retirado do Blog de Gal, onde se pode ler até um comentário da Blogueira (e psicóloga) sobre o texto
(Dr. Jorge Bucay – tradução do original “Hay que buscarse un Amante”)
Muitas pessoas têm um amante e outras gostariam de ter um. Há também as que não têm, e as que tinham e perderam.
Geralmente são essas últimas as que vêem ao meu consultório para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de insônia, apatia, pessimismo, crises de choro ou as mais diversas dores.
Elas me contam que suas vidas transcorrem de forma monótona e sem perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver e que não sabem como ocupar seu tempo livre.
Enfim, são várias as maneiras que elas encontram para dizer que estão simplesmente perdendo a esperança.
Antes de me contarem tudo isto, elas já haviam visitado outros consultórios, onde receberam as condolências de um diagnóstico firme:
“Depressão”, além da inevitável receita do anti-depressivo do momento. Assim, após escutá-las atentamente, eu lhes digo que elas não precisam de nenhum anti-depressivo; digo-lhes que elas precisam de um AMANTE!
É impressionante ver a expressão dos olhos delas ao receberem meu conselho.
Há as que pensam: “Como é possível que um professional se atreva a sugerir uma coisa dessas?!”
Há também as que, chocadas e escandalizadas, se despedem e não voltam nunca mais.
Àquelas, porém, que decidem ficar e não fogem horrorizadas, eu explico o seguinte:
AMANTE é “aquilo que nos apaixona”.
É o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono! ! e é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir.
O nosso AMANTE é aquilo que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta.
É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida.
Às vezes encontramos o nosso amante em nosso parceiro, outras, em nós mesmos, mas que nos desperta as maiores paixões e sensações incríveis. Também podemos encontrá-lo na pesquisa científica ou na literatura, na música, na política, no esporte, no trabalho, na necessidade de transcender espiritualmente, na boa mesa, no estudo ou no prazer obsessivo do passatempo predileto…
Enfim, é “alguém” ou “algo” que nos faz “namorar” a vida e nos afasta do triste destino de “ir levando”.
E o que é “ir levando”? Ir levando é ter medo de viver.
É o vigiar a forma como os outros vivem, é o se deixar dominar pela pressão, perambular por consultórios médicos, tomar remédios multicoloridos, afastar-se do que é gratificante! !
Observar decepcionada cada ruga nova que o espelho mostra, é se aborrecer com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva.Ir levando é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje, fingindo se contentar com a incerta e frágil ilusão de que talvez possamos realizar algo amanhã.
Por favor, não se contente com “ir levando”; procure um amante, seja também um amante e um protagonista … da SUA VIDA…
Acredite: o trágico não é morrer; afinal a morte tem boa memória e nunca se esqueceu de ninguém.
O trágico é desistir de viver; por isso, e sem mais delongas, procure um amante … E quando o encontrar, viva por ele e não o deixe fugir.
A psicologia, após estudar muito sobre o tema, descobriu algo transcendental:
“PARA SE ESTAR SATISFEITO, ATIVO E SENTIR-SE JOVEM E FELIZ, É PRECISO NAMORAR A VIDA.”
27 terça-feira abr 2010
Posted in Compras e mais compras, Dizem por ahii
As grandes consumidoras de couro brasileiro estão de olho nos novos passos dados pela cadeia produtora. Nesta terça-feira, o Leather Work Group (LWG) – uma coalização formada por empresas como Adidas, Timberland e Nike – soltou um comunicado reiterando o compromisso em não comprarem mais couro que venha de áreas desmatadas na Amazônia.
A nota veio poucas semanas depois que os três maiores frigoríficos do Brasil – JBS, Marfrig e Minverva – pediram mais prazo para mapear seus fornecedores e garantir que sua produção não está envolvida com a destruição da floresta.
O LWG ressalta a importância de medidas governamentais para um monitoramento eficaz na região. E reafirma que suas compras serão canceladas caso as empresas processadoras de couro não comprovem a origem do produto. No dia 5 de julho, termina o novo prazo acordado entre os frigoríficos para isso.
Via Greenpeace
A madeira ilegal só é vendida porque existem quem pague por ela. O couro produzido em áreas desmatadas só é vendido porque existem quem pague por ele. As grandes empresas que utilizam essas matérias primas são tão culpadas pela devastação quanto nós, que não conseguimos impedir com a nossa vigilância deficitária. O problema é que poucos param de comprar Nike ou outra grande marca porque eles utilizam mão-de-obra barata e explorada ou matérias primas não-certificadas.
Eu ainda não levo isso em conta na hora de decidir o que levarei para casa. Alguém aqui leva?
Obs: Eu sei que não precisava lembrar que David Beckham foi (ainda é?) garoto propaganda da Adidas… Só não resisti e ainda dei uma ‘quebrada’ no clima do post.
19 sexta-feira mar 2010
Posted in #Fato, Dizem por ahii
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Goiânia, Fortaleza, Belo Horizonte e Brasília são as cidades mais desiguais do Brasil, segundo relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), que será divulgado nesta sexta-feira (19), no Rio de Janeiro. Em comparação às cidades no mundo, só perdem para três cidades sulafricanas, que lideram a lista de desigualdade: Buffalo City, Johannesburgo e Ekurhuleni.
O Brasil, no entanto, ainda é considerado pela ONU o pior da América Latina em termos de desigualdade.
(Via G1)
Apesar de alguns professores me falarem que Recife é mais desigual que Fortaleza, nunca acreditei. Aqui, o pobre tem cara de pobre, entendem? Aqui a pobreza não está apenas nas favelas e no subúrbio da cidade. Os mais pobres tem um biótipo diferente dos mais ricos. Bairros nobres parecem até outra cidade, com outra população e até outro sotaque.
O ‘engraçado’ daqui é que a região metropolitana já é interior (e lógico que não existe conurbação).
Fortaleza não é nem um pouco cosmopolita e isso faz falta.