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Não é nada fácil definir o comprimento ideal de uma saia ou vestido.
Você pode comprar um vestido legal para trabalhar ter que mandar fazer a barra pois sem ela você pode parecer uma religiosa fervorosa na parte de baixo.
Outras vezes você acha aquela saia linda. Linda que ficou perfeita na cintura (quem tem + – 30 cm de diferença entre quadril e cintura sabe quando isso é animador), porém faltou pano para a barra. E chama muitoo a atenção sem esses três dedos à mais de pano. Quando isso acontece, acabo deixando na loja.
Devo dizer que comprimento também chama a atenção das mulheres. Dependendo do tamanho confesso que eu também fico imaginando como é que aquela pessoa consegue ficar com aquela saia tão curta sem mostrar a calcinha.
Recentemente uma pessoa conhecia apareceu assim, com uma saia legal e curtíssima. Tão curta que quando ela entrou no mesmo ambiente que eu estava chamou a minha atenção e tão curta, mais tão curta que eu não sei como ela conseguiu chegar e sair daquele local de ônibus.
Não, esse tipo de roupa não é para mim. Ainda (ui, ainda!) não tenho perna para isso e, mesmo se tivesse não conseguiria sair assim, me sentindo tão exposta.
Sim, sou daquelas que não entende como usar biquíni normalmente. É muito estranho sair em público vestindo peças iguais ou menores que as suas roupas íntimas que ficam tão bem escondidas no dia-a-dia.
Falando nisso, o fato de achar estranho o uso do biquíni é um dos motivos para não gostar de praia, junto com o excesso de areia que cisma em aparecer nos locais mais improváveis, o cabelo ‘medusal’ difícil de ser domado por causa dos ventos fortes, o excesso de sol que você sente queimando a pele.
Pode dizer! Nasci e, principalmente, vivo no lugar errado.
Para ilustrar esse post usei uma foto que gostei e tinha salvo a muito tempo de Zoey Deschanel lá do JJ e que ficou linda com essa saia plissada preta e curta (e ainda sim longa em relação a saia da dita-cuja) + meia calça.





