Filmes e mais filmes

Tenho o hábito de pouco escrever quando estou com muita coisa na cabeça. E isso não está sendo diferente agora. Entre umas coisas e outras, nunca mais cheguei aqui para falar de filmes, apesar de ter visto muita coisa interessante no último mês. Vou começar pela ordem que lembro:

Nowhere Boy

Alguém pode me dizer por que o filme só ficou em sessões de arte? Ele é lindo! Suave ao ponto de nos deliciar com o sotaque e a trilha sonora e forte ao mostrar a adolescência confusa de John.
Lindo, lindo.
Pior é que o que eu mais escutei desse filme não foi sobre as interpretações ou o fato de Paul ou Yoko ter cedido às músicas para a produção e sim a relação entre Aaron e Sam, a diretora que é mais de vinte anos mais velha, Lembro até de vê-los juntos em uma premiação pelo E! quando ela ainda estava grávida (e isso faz tempo).

Ela que não é besta, concordam? Só é triste ver uma relação ser mais falada que o filme.
Próximo?

Comer, Rezar, Amar

Lembro ia assistir a esse filme quando lançaram Tropa de Elite 2 e não me arrependo nem um pouco dessa troca, apesar de ter gostado do filme. Tá, ok, é uma história de uma mulher querendo se reencontrar.. E daí? Só devo confessar que a primeira parte da viagem leva culpa na história porque foi, sem dúvida, a melhor parte do filme (que tinha trechos meio lentos demais)

Quem se importa com as calças quando se entende o ‘dolce far niete’?

Próximo!!

Bruna Surfistinha

Quando o cinema brasileiro começa a fazer filme com Deborah Secco (sem ser aqueles filmes globais da sessão da tarde – não me obriguem a citá-los) e que são bons, você tem certeza que estamos em uma ótima fase.

Não, o filme não idealiza a prostituição, como alguns pensaram. É justamente o oposto.  Foi uma adolescente confusa, que roubava em casa mesmo se arrependendo depois e que decide que ser prostituta naquele momento seria o seu grito de liberdade. Em seguida o foco é a destruição, a falta de dignidade, a dor nisso tudo.
Fui preconceituosa, confesso. Desmereci o filme antes da hora e levei um tapa na cara por causa disso. Não vai ser um dos melhores do ano mais valeu à pena assisti-lo.

Pior que não deveria ser preconceituosa. Lembro que tive um blog assim que cheguei a Fortaleza e como nós éramos do mesmo servidor, fiquei curiosa em saber quem era aquela que estava sempre no top 3 de visitas. Li muito, acompanhei um pouco de sua história. Lembro até que acompanhei o início do seu livro (que tem a ‘profundidade literária’ do livro 100 escovadas antes de ir para cama), mas tudo bem.

Isso rende um papo enorme, então pararei por aqui.

E, para terminar o post…

Casa Comigo

Uma mulher desesperada para casar resolve investir em uma tradição que não acreditava e foi atrás do namorado (médico que estava em uma conferência na Irlanda para pedi-lo em casamento (existe uma tradição que no dia 29 de fevereiro as mulheres podem pedir os homens em casamento e eles devem aceitar o pedido).

Sim, adoro Amy Adams desde Lolita mas, ver novamente o Matthew Goode deixa o filme ainda melhor.
Agora falando sério… Teve alguém que assistiu a esse filme e NÃO teve vontade de pegar um avião e passar as próximas férias na Irlanda?  É tudo tão lindo!
O filme é uma comédia romântica mais é digno, sabem? Não é besta, não é repetitivo e sim, já sabemos qual será o final com antecedência.

A indústria cinematográfica é melhor do que qualquer política do ministério do turismo.

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Um comentário sobre “Filmes e mais filmes

  1. Quero ver CASA COMIGO. Me surpreendi com BRUNA SURFISTINHA tb. E viva o dulce far niente! 🙂

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