Ilha de São José

Após um almoço com uma amiga querida ela me deixou no Paço Alfândega, local em que iniciei a minha peregrinação. Neste primeiro momento escolhi conhecer o desconhecido: Paço + Livraria (que saí sem um único livro!).

Guiada pelas minhas lembranças de anos atrás, saí para redescobri o bairro. Após igreja, segui andando em zigue-zague até que lembrei e fui ao Centro Cultural dos Correios onde vi algumas exposições, a minha preferida foi a do Maracatu Rural. Aprendi, claro.

De longe vi o Marco Zero. Lindo. Não piso lá desde que me mudei para Fortaleza. Lá parei, olhei, chorei, em acalmei e segui em frente. Ainda tinha que conhecer a Central de Artesanato.  Tudo muito lindo e organizado.

De Melissa no Marco Zero
De Melissa no Marco Zero

O próximo passo foi atravessar a rua e conhecer o Centro Cultural da Caixa (que ficava no antigo prédio da Bolsa de Valores). Ali estava exposto fotografias que contavam a história dos irmãos Villas-Bôas.  Foi a primeira vez que entrei neste prédio e, apesar de não ter problemas com altura, senti medo da mandala de vidro do piso superior. Lógico! Ela vibrava!

Exausta após quase 2,5 horas de andança pela minha história, segui para casa. Neste momento percebi que estava na rua da filial da empresa que trabalho, com vontade de dar um abraço enorme em uma amiga, decidi procurá-la e achei no primeiro prédio empresarial que entrei.

O que podemos ver da janela do Coffee
O que podemos ver da janela do Coffee

Após papo rápido e alguns abraços, segui o meu rumo. Atravessei a ponte e fui pegar ônibus no terminal de Santa Rita. Agradeci ter me perdido mais cedo e assim ter descoberto como voltar para casa tranquilamente.

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