Kindle

Fevereiro nem tinha chegado e eu já tinha me dado de presente um Kindle.

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Por muito tempo quis comprar um Ipad, até chegar a conclusão que não daria certo pela minha atual falta de foco e pelo fato de já está querendo um pouco de distância das telas. Ele acabaria duplamente comigo. Pensei e desisti porém, o meu problema persistia: quer dizer que vou continuar lendo meus .PDFs de livros (e artigos porque não posso me esquecer que tenho uma mono à caminho) pelo meu note? Isso não é nada prático quando feito de madrugada (o que ocorre 90% das vezes). Então decidi então por um  E-reader.

Problema resolvido? Que nada… Ainda teria o impasse do Kobo x Kindle. Quase comprei o primeiro porém, escolhi a coleção da Amazon ao da Cultura ou Saraiva.  Como os formatos são incompatíveis, só o tempo dirá se a escolha foi boa.

Manuseio o Kindle há quase uma semana e só não digo que é uma total lua-de-mel por conta do WiFi irritante.

O que gostei: levinho (170g), com o tamanho exato para se acomodar nas mãos e o e-ink que é show! Eu não conseguia ter uma ideia completa sobre o e-ink até ver o meu Kindle. Curiosíssima para saber como foi que conseguiram imitar o papel tão bem. Ah, também adorei a passagem lateral das páginas.

O que poderia ser melhor: Wifi! É irritante. Pega quando quer. Só não me irrita mais porque como o meu já está registrado da Amazon, posso baixar tudo para o meu note e depois transferir para ele. Além disso, tem o fato dele não ser touch screen. Eu não sabia o quanto essa tecnologia tinha interferido na minha vida até tentar fazer algumas operações pela tela.

O Kindle que vende no Brasil é o simples, sem teclado, sem 3G, sem ser touch screen e, apesar de tudo, cumpre muito bem o seu papel de leitor digital.

O melhor de tudo é que como a tela imita o papel do livro, não me sinto traindo os meus amigos de papel (parece bobagem, mas é verdade). Além do mais tenho a praticidade que após muito tempo inativo ele desliga sozinho e sempre ao sair, ele salva a ultima página. Ou seja, ideal para o que eu mais faço: adormecer lendo.

Ah, você se lembra qual foi o primeiro livro sem ser de papel que leu? E quando leu? O meu já vai fazer 7 anos! Só que aí é papo para outro post…

(Post salvo e com algumas opiniões e datas atualizadas antes de postar. Não querendo desgastar muito a minha mão direita ainda)

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