Sing e a minha história por detrás desta canção

Trabalhando com o som no modo randômico. Tem momentos que esboço um sorriso por uma canção inesperada ou há outros que sou levada por alguns segundos a outro local.

Nos meus últimos dias de Fortaleza estava escutando muito Sing (não do Travis e sim de Ed Sheeran). Lembro que à noite, já de camisola no quarto, deitada no beliche do hostel, procurava cada versão ao vivo dessa mesma música (até descobrir que ele consegue fazer praticamente uma versão igual a outra. Seria bom isso? Dá para se pensar).

Agora, por culpa minha, toda vez que essa música começa a tocar no meu fone de ouvido lembro desse nosso tempinho de família em hostel, compartilhando cozinha, usando internet com qualidade superior a do meu tio, do meu medo de meter a cabeça no beliche, do medo do retorno.

Pior é que a canção não tem nada a ver com isso.

Aliás, já que estou falando dele, continuo escutando muito, eu sei, mais não com a mesma ânsia. Como compositor das letras, o acho até monótono, apesar de gostar das músicas. Isso, falando do ‘X’ porque o ‘+’ eu não gostei. Achei meio imaturo, se é que vocês me entendem.

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