O outro lado do carnaval

tapado

Trabalhar num polo histórico e carnavalesco tem as suas vantagens. Ainda estou na fase da descoberta, da novidade, da visita (ainda falta a sinagoga!). É legal passar pelas ruas com seus prédios históricos sendo utilizados ou vendo outros sendo reformados.

Agora quem vem ao Bairro do Recife apenas no carnaval perde muito. Não estou falando dos museus fechados ou coisa do tipo e sim pelos tapumes de madeira protegendo parte dos prédios de vandalismo e de virar mais um ‘mijódromo’.

As madeiras chegaram um pouco depois das bandeiras e ao mesmo tempo de uns enfeites enormes e ainda não pararam. É comum ver pelas ruas homens martelando e carros chegando com mais madeira. Está assim na rua da Guia, na Marquês de Olinda e por aí vai.

Triste, né? Por conta da falta de educação temos que proteger ainda mais o novo patrimônio daqueles que estão ali para se divertir e conhecer.

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