Ouro Preto e Mariana

Essa era a viagem que eu mais queria fazer quando em Minas Gerais. Queria conhecer Ouro Preto que vi nos livros de história e queria conhecer a cidade que emprestou o seu nome a minha pessoa.

Essa viagem eu não fiz sozinha. Foi uma daquelas que eu contratei uma empresa de turismo local cujo guia eu adorei! (Esse guia, exclusivamente esse. Vocês entenderão no futuro). Durante a viagem Belo Horizonte – Ouro Preto nós vimos paisagens lindas, ainda com os Mares de Morros (numa versão bem menos desgastada pelas intempéries do que essa que encontramos aqui em Pernambuco).

Na nossa primeira parada para compras, eu gastei, sei lá, metade do que eu viria a gastar com compras durante toda a viagem. Nessa loja não resisti e comprei um anel de prata com topázio azul que eu simplesmente me apaixonei. Também comprei uma ‘caixinha’ redonda que eu fiz de porta-joias de pedra-sabão e um pilão também de pedra sabão para minha mãe, apesar da vontade de levar uma panela. São lindas! Porém, pensei no peso e no que eu teria que tirar da mala para ela caber.

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Seguindo viagem entramos em ruelas estreitas e descemos ladeiras onde duvidamos que o nosso furgão passaria. A primeira parada foi em Nossa Senhora do Pilar (A única que eu tinha entrado para a mesma santa é aquela de Itamaracá cujo interior com certeza é mais pobre e que eu não tenho lembranças da minha infância). Igreja linda e com um acervo interior e em seu pequeno museu lindo. Aprendi vários nomes naquele dia porém o que ficou foi o Arcaz (uma arca grande que, no caso desse lugar, era enorme!).

Amei aquelas ruas.

Outra parada (não lembro se teve alguma intermediária… Esse é um post que deveria ter sido escrito há semanas) foi o museu da inconfidência onde cada salão era dedicado a algo. Nesse lugar, nada de fotos! A única que eu consegui tirar do seu interior foi do lustre da entrada.

Outro lugar que recomendo. Muita história envolvida, um cuidado com tudo e, ainda existe as visitas guiadas por áudio e elevadores para quem precisar. Estávamos em 8 + guia, acho. E ele nos fez questão desde o início em desmistificar a imagem de Tiradentes. Palmas!!

De lá fomos andando pelas ruas até chegar ao nosso restaurante. Como comi bem naquele dia com o restaurante Conto de Réis. Fica numa ladeira (como metade da cidade), daquelas lindas pedras polidas e arredondadas que, apenas acho, deve estar um passo atrás na evolução para o paralelepípedo. A taxa é fixa e é meio carinho para pessoas que não comem muito, como eu, porém vale muito a pena. Ah, a cachaça no finalzinho é gratuita, ok? Dei um golinho só para sentir a ardência J

Saímos de lá formos a mais uma igreja linda cujo nome vou procurar. Poucos da turma se prontificaram a entrar, para economizar. Muitos acharam um absurdo pagar para entrar nessas diversas igrejas porém, não acho ruim. Claro que eu preferia não pagar porém, sei que eu estou ajudando para a manutenção daquele acervo.

Em frente a essa igreja tinha uma feira de pedra-sabão onde comprei um presente para uma amiga que está fazendo a sua casa. E láááá vamos nós para casa com 2 pilões de pedra (só que o de mãe é maior).

Ainda tivemos mais algumas voltas e histórias antes de seguir para Mariana. Ahh Mariana… menorzinha do que Ouro Preto porém tão charmosa quanto. Visitamos prédios públicos, vimos o pelourinho e algumas igrejas (cuja maioria não estavam abertas). Descemos por suas ruas de pedra admirando cada canto até chegar em mais uma loja de joias. Nessa eu me apaixonei por um brinco de prata com água marinha. Lindo, lindo, lindo. Pena que o seu preço estava de acordo com a beleza e acabamento da peça e, por consequência, longe do meu bolso, que já estava afetado pelo anel que eu tinha cobrado mais cedo.

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Mais igrejas (essa com órgão que não tivemos sorte de estar na cidade no dia em que ele funciona), uma parada para um cafezinho no copo de vidro para quem precisava despertar (e que não era o meu caso) e uma parada num mercadinho para comprar o jantar, já prevendo que iríamos todos chegar mortos no hotel (ou hostel, no meu caso).

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