A bibliotecária de Auschwitz

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O flash marcado pela hora e falta de iluminação do momento que a foto foi feita.

A minha semana santa foi num estado que ainda não conhecido: Goiás. Foi super corrido e algumas coisas não deram certo, por conta da cia aérea, o que fez a minha viagem atrasar em 8 horas e só não enlouqueci por conta de dois livros, que fui intercalando. Um deles foi a Bibliotecária de Auschwitz. Ambos no Kindle.

Baseado em uma história real (da Dita), o livro é tão cheio de detalhes que se transformou num filme da minha cabeça. Foi algo tão verdadeiro que eu chorei no meio do voo e fiquei apreensiva em tantos outros momentos.

Não gosto de filmes de guerra. Não entendo como chegaram aquele ponto e não consigo conceber como tantas pessoas passaram ( e passam) pelos horrores e traumas. Nesse livro você acompanha desde a chegada dos nazistas em Praga até a chegada dos ingleses no campo Auschwitz-Birkenau, com seus galpões e câmeras de gás, tudo no olhar de uma menina-jovem, no decorrer dos anos.

Após serem obrigados a se mudar, ao pai sair do trabalho e ela sair da escola, eles foram obrigados a ir para Terezin, uma cidade murada. Ainda muito nova, a cada reclamação dela a mãe dizia: É guerra Dita, é guerra… Amantes dos livros, quando ela chega em Auschwitz-Birkenau com os pais, recomendam que ela vá ao galpão 31 e acaba virando a bibliotecária de uma escola proibida.

Trata-se de um livro que vale a pena cada linha lida, apesar de todos os horrores que são transmitidos.

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