Casa de cultura

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Estacionamos o carro próximo ao shopping Boa Vista e fomos pela Boa vista e depois Imperatriz, rumo à Casa de Cultura. Como não iríamos ficar somente na casa de cultura, queríamos estacionar na Concórdia só que os preços por lá eram quase abusivos.

O Teatro do Parque continua em reforma. SDS até quando. Enquanto passávamos pela Imperatriz, vimos muitas lojas vazias ou quase, além de ter 7 lojas para alugar naquele trajeto. É… a crise existe e está em todo lugar.

Na Casa de Cultura vimos mais boxes-selas vazias (e  no primeiro andar tinha muitas fechadas), vendedores nas portas conversando com outros vendedores e chamando para que você visite o box-sela deles. Achei muito do mesmo, porém vi, apaixonei e acabei trazendo um vestido tipo bata com xilogravura na base. Lindo.

Primeira roupa comprada desde o início de janeiro/2016. E ainda tive pena porque não tinha programado. Só não tinha como deixar lá porque eu já estava combinando até com a minha rasteira.

Enfim, uma cadeia de 1855 em formato de cruz que há décadas foi transformada em um local cultural. Cada box fica dentro de uma sela. As escadas são de madeira e bastante inclinadas. Existem para fotografia (daquelas que se coloca a cabeça no cenário), peças caríssimas de renaissance, artesanato de forma em geral e até bolo de rolo.

O mural acima é de Cícero Dias, aquele cuja última obra foi o Marco-Zero e onde diz: Eu vi o mundo e ele começava no Recife

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