Se enlouquecer não se apaixone e Copenhage

Quando estou triste normalmente não escuto Radiohead, Coldplay ou qualquer coisa semelhante. Para que sofrer mais? Normalmente escuto músicas alegres ou remixadas para ajudar a me levantar. Em filmes eu sigo a mesma linha de pensamento porém, nem tudo é padrão e, em um dia não muito bom eu escolhi assistir Se enlouquecer não se apaixone.

se enlouquecer não se apaixone

Se enlouquecer não se apaixone traz a história de um adolescente com tendências suicidas que procura um hospital em busca de ajuda. Após conhecer as dependências da ala psiquiátrica, suas rotinas e alguns personagens, pensa em desistir quando é informado que ele tem que passar no mínimo uma semana.

Não é depressivo como pensava. Trata-se de um drama com pitadas de humor, sabe? E, apesar do protagonista ser adolescente e ter problemas de adolescente (como se apaixonar pela namorada do amigo), ele é mais realista e profundo (ma non troppo) do que briguinhas e desilusões dessa fase da vida. O fato dos adolescentes estarem na ala adulta da psiquiatria ajudou para isso, trazendo mais problemas e ajudando a dar corpo ao filme.

Muito bom o filme! Só não gostei da tradução do título. O original é: It’s Kind of a Funny Story.

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Já Copenhague  é o filme onde o papel principal masculino é um chato e tem a cena roubada pela Effy. Ok, vamos com calma. William é do Canadá e está em Copenhague para entregar uma carta do seu pai ao seu avô, ambos dinamarqueses. Faz a viagem com um amigo e a sua namorada e William detesta porque esperava aproveitar o amigo e as mulheres pelo caminho. O início do filme é marcado pelas constantes reclamações dele.

Effy entra na sua vida por acaso. Ela vai servir café a William e ele, encantado, puxa conversa com ela, ela destrói o envelope com café quente porém não antes de ler o endereço. Ele reclama, xinga (chato mesmo) e Effy, a pedido de William, marca no mapa o endereço errado.

Após um dia inteiro de buscas, ele retorna ao café e, ao contar a história toda, ela se tenta ajudá-lo de várias formas. Enfim, quando termina o filme o espectador já está encantado pela cidade (e pelo tom de voz de Frederikke Dahl Hansen). Ah, Willian (Gethin Anthony) apareceu em GOT.

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