Limitações de compras

No final do ano passado comecei a repensar a minha forma de consumo. No meio do percurso li mais sobre o assunto, assisti bons documentários (como o que citei aqui) e fiquei desempregada (na ordem: 1. consciência; 2. desemprego; 3. documentário citado acima). Sim, a diminuição drástica do dinheiro que pode ser gasto também influencia a forma que você enxerga o consumo.

Em abril eu fiz uma listagem das principais coisas que eu iria comprar em 2016. Não é longa e possui bastante básicos e outros visando viagens. Coloquei umas regras ao lado e segui em frente.

As regras:

listagem
Em parêntese supostos substitutos. Nessa época eu ainda amava A manteiga de karité e ainda não tinha passado por uma suposta alergia a dita-cuja. Granado como substituta? Quem sabe outra mais natural? Será mais provável.

Exemplo de como é a lista:

listagem 2
Pequeno exemplo de como funciona a coisa: O que você deseja; o preço aproximado; a necessidade da compra (o peso) e, por fim, o preço real pago pela peça após a compra.

Quatro meses depois eu resolvi colocar no papel o que eu tinha comprado nos últimos seis meses e como estava indo esse meu projeto de lista de compras.

O resultado foi bom. Comprei menos do que eu esperava itens da lista porém gastei mais do que eu esperava com o cabelo e depois com novos tratamentos para pele e cabelo (fora o outros gastos fixos com medicações).

Apesar de ter gasto mais com o cabelo, eu doei produtos que estavam parados, serve? Ok, vou colocar uma nova regra  com limites de gastos com itens de cabelo que não sejam passados pela dermato (caso ao contrário o classifico como medicamento).

Outro ponto de atenção que devo ter é sobre ajustes de roupas. Preciso seguir logo para a parte dos ajustes, o que me impedirá em entrar em tentação. Esse final de semana mesmo comprei um longo (2ª peça de roupa em 6 meses, sem contar peças íntimas) apenas porque eu queria ter outro em uso. Tenho um para ajustar e outro que não ajustarei por enquanto.

Ah, detalhe: Aprenda a substituir quando necessário. Não vale adquirir 10 prestações por um celular só porque já está com ele há um ano por exemplo, viu? Desapega disso. Pense em substituir aquilo que está quebrado e cujo conserto não vale a pena ou que simplesmente acabou.

E você? Está fazendo algo para consumir menos? Quanto menos dinheiro você gasta com coisas que você realmente não precisa, menos você acumula e mais você guarda para viagens, por exemplo. Ou talvez outros grandes planos 😉

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