2016 entrando na conta

em-busca

Para fechar o ano, decidi pensar 10 coisas que eu ainda não aprendi, apesar de seguir na luta:

1.       Não aprendi a não gerar expectativas. Tenho que aprender que aquilo que não foi verbalizado ou escrito não posso esperar dos outros, o que me faz a única culpada para a decepção. Em outros casos não, culpa compartilhada;

2.       Não aprendi a controlar a ansiedade e, por conta dela, não sofrer por antecipação, não ter problemas com controle ou não criar vários possíveis cenários imaginários para situação;

3.       Não aprendi (ainda) a formular argumentações a pessoas duras, intimidantes ou só aquelas que não quero bater em frente. Por conta de situações anteriores aprendi a palavra mágica foda-se (mentalmente) e ela pode ser um problema já que a ausência de posicionamento também é um problema;

4.       Não aprendi meus limites quanto à flexibilidade. Como a minha nova professora de yoga fala, o meu problema é o excesso de flexibilidade que não me faz parar e me machucar (e explica muito isso);

5.       Eu não aprendi a não ser curiosa com certos aspectos como leitores no meio do caminho (Qual é o livro? Já li? Será que ele já passou pela cena xpto?);

6.       Apesar de me achar transparente, eu ainda não aprendi a me permitir ou me abrir em certos aspectos, criando uma carapaça ao meu redor. Já deveria ter idade emocional suficiente para deixar isso de lado;

7.       Eu ainda não aprendi a não fazer uma maratona com de qualquer série. Isso é um atraso de vida e eu continuo com o mesmo problema: perdendo tempo com supérfluos enquanto poderia adquirir conhecimento, estudar (prova) ou me divertir de forma social;

8.       Com quase 32 anos eu não aprendi a focar no que eu estou fazendo do que na conversa que está acontecendo no meu lado. Pior, ainda não aprendi a responder os questionamentos dos outros! Já melhorei juro, porém se eu acho isso irritante, imagine os outros;

9.       Ainda não aprendi a relaxar como deveria, a não ficar tensa como deveria e a ansiedade piora isso exponencialmente. Já não levo para o lado pessoal e, se for, boa parte dos casos se encaixa no número 3;

10.   E, para terminar os 10 pontos (e não que só tenha esses 10), eu ainda não aprendi a não desanimar com atividades cujos resultados são de longo prazo e/ou a ser tão resiliente quanto eu gostaria em alcançar certas metas que eu me estipulei.

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