Um papo no trocador

Fácil fácil gasto mais com um sutiã do que com uma saia, por exemplo. Não me considero chata apenas exigente já que quero que vista bem e que eu me sinta bem com a peça. Por necessidade a loja que eu gosto de comprar esses artigos é na Loungerie. Sim, não é barato e nem produz no Brasil, porém, uso até acabar.

Na ultima visita à loja eu saí com peças lindas e, enquanto experimentava tudo eu escutava a conversa entre três mulheres e um bebê onde apenas uma estava experimentando. Elas discutiam sobre preço, qualidade e beleza das peças além de reclamar da falta de atenção dos homens com esse ‘cuidado feminino’.

‘Ahh, o pior é que gastamos tanto dinheiro nisso e para os homens tanto faz já que eles querem só tirar. Poderia ser da Marisa que daria tudo certo’

Ri quieta e fiquei pensando nessa afirmação: Eu sempre comprei peças íntimas para me sentir bem e por ser necessária e não seria isso o certo? E vale a pena fazer um esforço de gasto e utilização de algo incômodo sem o ‘lucro’ ao menos do elogio? Acho que a mentalidade dos dois lados precisa de ajuste…

Detalhe: pessoalmente faz tempo que eu não compro uma peça de qualquer tipo da Marisa. Simplesmente não gosto, apesar de ter um short de brim que comprei numa liquidação enquanto estava na graduação (finalizada em 2009).

Detalhe (último, prometo!): alguém consegue falar sobre a loja Marisa e não pensar no anuncio: De mulher para Mulher Mariiiisaaaaaaa. Sinto-me louca!

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