Quando cinema era quase um vício

Houve um tempo em que eu morei há alguns quarteirões de um shoppinzinho com 3 salas de cinema. Neste tempo eu ainda estava na graduação e tinha a minha carteirinha de estudante, que me garantia a meia-entrada.

Neste tempo eu ia tanto ao cinema, sozinha, na maior parte das vezes, que minha mãe dizia que eu estava escondendo um namorado, nem que fosse o lanterninha do cinema.

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E, para minha surpresa, recentemente acharam esse saquinho com provas deste tempo. Não Ana, quase não tinha ingressos do Iguatemi porque isso era antes, muito antes. Neste tempo a regra era ir ao cinema se estivesse entediada no final-de-semana e assistir o que estava passando. Foi bom.

Aquele shopping me viu passando chorando quando voltava da aula, exausta de frequentar aquele lugar, e me ajudou a engolir o choro com uma música em italiano. Aquele lugar viu meus 3,5 anos de italiano 2x por semana. Viu o perigo que era voltar para casa à noite do campus, principalmente quando tinha jogo no PV (antes dele ser reformado). Foi ali que tive a conversa mais estranha com um caixa e supermercado também.

Agora falando do que interessa, dos ingressos expostos na foto, chamo a atenção para o lindo Jardineiro Fiel, Bourne porque adoro a série, O zodíaco como a pior escolha, A mulher invisível como um dos filmes que mais ri, Encantada como o primeiro 3D que vi. Ok, vou parar de falar porque daqui a pouco falarei um a um. Certeza.

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