Nulla dies sine linea

Como disse Reinaldo de Azevedo aqui:

Nulla dies sine linea
Plínio, o Velho, historiador, geógrafo e gramático latino, recomendou a um pintor que considerava meio preguiçoso, falando de sua própria experiência: “Nulla dies sine linea”: ou: “Nenhum dia sem ao menos uma linha”. Vale dizer: quem vive de escrever tem de fazê-lo todos os dias. Quem vive de pintar, idem.

Não vivo para escrever ou pintar, deixo bem claro, mas testarei a máxima por um mês. Aguardem.

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