Garota Exemplar, e a chateação de quando descobri que já tinha visto o filme

Anos atrás assisti ao filme Garota Exemplar. Lembro de ter discutido com uma pessoa do passado sobre a atriz que faz Amy. Como assim ele nunca tinha visto? Ela foi Jane Bennet, irmã de Izzy em Orgulho e Preconceito de 2006! Enfim… E só agora esse livro ficou passando pela minha vista, sendo oferecido pela Amazon até como gratuidade por ter comprado um novo Kindle. Com curiosidade, resolvi lê-lo.

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A leitura fui muito rápida até eu chegar aos 22% e a entrevista que Nick dá após o desaparecimento de Amy. Neste momento eu parei de ler para fazer outras coisas e, enquanto as fazia, tive a surpresa de me lembrar da cena tal qual o livro, inclusive o sorriso bobo de Nick nas fotos, no corpo de Ben Affleck. Ok. Lembrei que já tinha visto o filme. E talvez nos cinemas!

Memórias corroídas a parte, tive raiva e parei. Nada contra leituras em que eu já sei o final, mesmo que vagamente como este livro. Só perdi a paciência comigo mesmo. Quando retornei não me arrependi e concordei que ninguém faria um Nick como Ben Affleck. Aliás, acho que ele sequer precisou de muito esforço para atuar, cá entre nós.

Vamos ao livro?

Amy foi o terceiro filho de um casal de psicólogos. Único nascido vivo. Os pais se tornaram escritores ricos e famosos com uma série de livros Amy, a Exemplar que direta ou indiretamente falava sobre sua filha. E foi neste meio que Amy cresceu, se tornou escritora de testes de revistas e se casou com Nick, um jornalista cultural (acho). Em NY os dois ficam desempregados com o boom da internet escrita.

Pouco tempo depois os pais de Amy pedem dinheiro emprestado dos direitos a Amy para evitar falência e Nick, sem consultar Amy direito, resolve que eles irão se mudar para a terra natal, banhada pelo Mississipi, para cuidar da mãe com cancer terminal.

Apesar de Nick ser o protagonista do filme/livro, a história e o mistério está envolvido em Amy, quando ela desaparece e, acabamos descobrindo que Amy não é realmente quem ela diz ser. E o pior, não é de pouco tempo!

Vale a pena, vale! Foi um dos melhores livros que li? Nem de longe.

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