Como indo ao banheiro economizei 336 reais

Entre discussões internas e externas, muita opinião de terceiros e cabelos pela casa, tomei a decisão de seguir um mês tentando ainda definir algo do meu cabelo indefinido (A.Ka. ondulado) e resolvi gastar meu pobre dinheirinho num site de beleza porque dificilmente batem o valor dele.

Ai juntou-se a fome com a vontade de comer. Eu, cujo hidratante que a dermatologista passou não gostei e que o que uso está no finalzinho, e estava buscando substituto no site (o meu acabando é da marca Bioart, que não vende neste site), em apaixonei por um da Clarins. Aquele noturno que te promete outra pele ao acordar.

O preço era um absurdo só que com as pelinhas irritantes do ácido, seria ótimo para as noites de descanço não? E foi assim que o creme parou no meu carrinho de compras e passou a tarde lá. Fui substituído por um da Clinique com a proposta parecida e 100 reais mais barato só que as promessas deste último com a decepção do tônico sofrido anos atrás me fez recuar e voltar ao Clarins.

E antes de fechar a compra mais cara da minha vida fui ao banheiro. A nossa casa precisa ainda de tanto que é um absurdo gastar esse dinheiro todo com um creme que, pior, sequer foi recomendado pela dermatologista. E o número possível de parcelas não dissolve o que foi gasto naquele produto. Ao contrário, só o faz encaixar falsamente no seu orçamento.

A compra foi fechada com menos qualquer um dos dois cremes acima, menos dois dos quatro produtos de cabelo e acrescentei um hidratante enquanto não vejo se uma famosinha farmácia local vende Bioart e comprar outro igual ou o experimentar outro da marca. Produto de qualidade, produzido no Brasil e por um preço ifinitamente menor.

Anúncios