Quando falar sobre um livro vira história

Décadas atrás (ui) quando eu ainda fazia prova do livro e essas eram fáceis, eu sempre caia na questão sobre qual o nome do livro ou o seu autor. Algo básico, mas, que já mostrava a minha facilidade em guardar histórias e descartar nomes. Mesmo que, naquela época, eu lia um livro por vez, fora os gibis, claro. E foi dessa época o costume que peguei de olhar e ler toda a capa com cuidado ao finalizar o livro.

E assim, foi-se um tempo onde eu lia apenas um livro. Esse costume você perde facilmente em alguns períodos mais puxados da universidade, posso te garantir! Hoje não sou que nem Ezaú, uma figura quase lendária da minha turma onde lia dois livros paralelos durante as aulas do 5º semestre para fazer vestibular novamente para Direito. E passou. Sou daquelas que inicia dois, três livros ao mesmo tempo e a leitura segue conforme meu humor.

Sempre estou lendo um livro triste que me puxa para baixo mais do que eu posso permitir, alguma história interessante, relendo algum Harry Potter nem que seja para dormir e, quando desejo, algum livro técnico que deveria ser para estudo e não ser lido como romance. Esse é o meu costume.

Sei que não sou a única assim, posso te garantir. Às vezes eles se escondem para não serem chamados de devoradores de livros, ou para não receber reclamação que está lendo demais (o outro livro ficou mais interessante), ou simplesmente acham ofensivo ser da turma dos livros. Eu, por exemplo, já fui um pouco de cada só que hoje posso continuar a leitura em quatro livros diferentes:

  1. Para Educar Crianças Feministas;
  2. A Garota de nove perucas;
  3. ITIL – Gerenciamento (tou dizendo… e nesta categoria pode entrar mais em breve, viu?);
  4. Harry Potter e o Enigma do Príncipe.

E é sobre o primeiro que eu pretendia falar neste post, antes dele tomar outro rumo após o almoço. Acontece. Nada como um caldo verde, uma escovada de dentes, algumas pequenas conversas e um chá verde não faça. Então, deixo aqui a minha promessa de voltar amanhã para falar do livro que estou devorando tardiamente e é o Nº 1 desta lista.

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